domingo, 31 de janeiro de 2010
Entrevista com rapper mais malandro do Rio de Janeiro
Entrevista “Di Malandro” com P,10
http://blogs.radarurbano.com.br/enyce/?p=4890
CONFIRAM!
Só Curta na TV Nova Baixada.
Mais Só Curtas estão on line no site da TV Nova Baixada. Já temos quatro programas e estamos gravando mais outros para que possamos difundir o universo do cineclubismo e a produção áudio visual da Baixada Fluminense. Estamos recebendo diversos filmes e montando uma nova grade para fazermos outros programas para serem exibidos.
http://www.tvnovabaixada.com.br/programa.php?idcateg=11&idvideo=23
Guaraní en Typerepublic
esp
En respeto a otras lenguas y culturas, Typerepublic ha decidido incorporar en su set de caracteres aquellos correspondientes al idioma Guaraní. Con ello, Typerepublic es la primera fundición independiente que toma esta iniciativa, aunque los caracteres del Guaraní no están todavía reconocidos dentro del sistema Unicode. Esperamos que, con esta iniciativa, se tome consciencia de la existencia de otras lenguas que merecen igual reconocimiento.
«El idioma Guaraní es lengua co-oficial en el Paraguay. Lo hablan alrededor de cinco millones de personas. Se habla en el noreste de Argentina (Corrientes, Misiones, Formosa y parte de la provincia del Chaco); en la provincia de Corrientes es lengua oficial (junto con el castellano). Además se habla el sur de Brasil y el Chaco boliviano. Es la lengua nativa de los guaraníes, un pueblo autóctono de la zona, pero goza de un uso extenso también fuera de la etnia especialmente en Paraguay. En la América precolonial se empleó regularmente por pueblos que vivían al este de la Cordillera de los Andes, desde el mar Caribe hasta el Río de la Plata». Fuente: Wikipedia.
Por el momento están ya disponibles las familias Pradell y Carmen. Ambas incorporan caracteres como el ‘puso’, así como aquellos caracteres que incorporan la virgulilla como signo diacrítico.
tarantino é anticinema
SABE...
Sabe quando você vê um filme e nem precisa esperar subir os créditos para identificar quem é o diretor? Quentin Tarantino é um desses caras, de talento único e estilo facilmente reconhecível. Fazem parte do seu extenso repertório os roteiros nada lineares e banhos de sangue bem abundantes. Nesse ponto, aliás, Tarantino não decepciona os sanguinários de plantão, e mesmo seus personagens mais inspiradores passam por maus bocados.
OPINIÃO...
Os filmes de Tarantino são conhecidos por seus diálogos afiados, cronologia fragmentada e sua obsessão pela cultura pop. Comumente, são vistos como graficamente violentos e, em seus filmes Cães de Aluguel, Pulp Fiction e Kill Bill, há uma enorme quantidade de sangue jorrando.
Marcas fictícias como os cigarros "Red Apple" e a lanchonete "Big Kahuna Burgers", de Pulp Fiction, apareceram depois em vários filmes, como Four Rooms, Um drink no inferno e Kill Bill. O diretor também é conhecido por gostar de cereais matinais, que aparecem constantemente em seus filmes, com marcas como "Fruit Brute" em Cães de Aluguel e Pulp Fiction, e "Kaboom" em Kill Bill.
Outra caracteristica refere-se as cenas de diálogos em que a camera se localiza dentro do porta-malas de um carro.
Mundo Paralelo
Através dos roteiros de Quentin Tarantino é possivel notar que as histórias se passam num mundo paralelo e que as os personagens de seus filmes possuem elos entre si. Um exemplo disso são os irmãos Vega, Vicent Vega aparece em Pulp Fiction, já seu irmão Vic Vega é presente em Cães de Aluguel.
Fãs mais fervorosos criam teorias a respeito de outros personagens, como é o caso de Rufus em Kill Bill vol.2 (Samuel L. Jackson) que consideram ser Jules Winnfield (também interpretado por Samuel L. Jackson) de Pulp Fiction, porém vivendo uma nova vida, com outro nome, em El Paso.
Influências
Tarantino ficou conhecido como cineasta por seu conhecimento enciclopédico de filmes, críticas de cinema e história do cinema. Particularmente, ele tem um vasto conhecimento de filmes estrangeiros, filmes de gênero e filmes pouco conhecidos. Ele se declara um fã de filmes de ação de Hong Kong, filmes de faroeste, filmes de terror italianos, filmes da nouvelle vague francesa, e cinema britânico.
Sua paixão por estes estilos de cinema se reflete em seus trabalhos — todos os seus filmes fazem referências a outros filmes ou gêneros diferentes de cinema, em seu estilo, histórias ou diálogos. Certa vez, ele resumiu tudo isso dizendo "Eu nunca freqüentei a escola de cinema. Eu freqüentei o cinema".
Na eleição de 2002 do Sight and Sound Directors, Tarantino revelou sua lista de doze melhores filmes de todos os tempos:
The Good, the Bad and the Ugly
Rio Bravo
Taxi Driver
His Girl Friday
Rolling Thunder
They All Laughed
The Great Escape
Carrie
Coffy
Dazed and Confused
Five Fingers of Death
Hi Diddle Diddle
Uma lista anterior dos melhores filmes de Tarantino também incluía:
Blow Out; One-Eyed Jacks; Per qualche dollaro in più; Bande à part; Breathless, a refilmagem de Acossado de Goddard; Le Doulos, They Live by Night e The Long Goodbye.
Tarantino também cita Taxi Driver e Mean Streets, de Martin Scorsese, bem como Dawn of the Dead, de George A. Romero, como fortes influências.
Críticas
Tarantino vem sendo criticado pelo uso de temáticas racistas em seus filmes, especialmente a palavra nigger (negro) em Cães de Aluguel e Pulp Fiction, principalmente pelo cineasta negro Spike Lee. Numa entrevista à revista Variety, Lee disse: "Eu não sou contra o termo... e eu o uso, mas Tarantino é obcecado pela palavra. O que ele quer? Ser considerado um negro honorário?"
Um exemplo bastante citado é uma cena de Pulp Fiction, na qual o personagem Jimmie Dimmick, representado pelo próprio Tarantino, recrimina o personagem de Samuel L. Jackson, Jules Winnfield, por usar sua casa como um "depósito de negros mortos", seguido por um discurso no qual ele utiliza a palavra exaustivamente.
Lee faz uma referência direta a este fato em seu filme Bamboozled, quando o personagem Thomas Dunwitty diz: "Por favor, não se ofenda por eu falar a palavra "nigger". Eu tenho uma esposa negra e três filhos mestiços, então eu acho que tenho o direito de usar essa palavra. Eu não ligo pra o que Spike diz. Tarantino está certo. "Nigger" é apenas uma palavra."
Tarantino se defende afirmando que o público negro aprecia seus filmes, e que Jackie Brown, outro exemplo bastante citado, foi feito principalmente para audiências negras: "Para mim, este é um filme de negros. Foi feito para o público negro, inclusive".
Tarantino também é criticado por plagiar idéias, cenas e até diálogos de outros filmes. Por exemplo, a idéia geral do roteiro de Cães de Aluguel parece ter sido tirada do filme City of Fire, de Ringo Lam, e The Killing, de Stanley Kubrick, enquanto a idéia de criminosos nomeados por cores tenha sido retirada de The Taking of Pelham One Two Three.
A versão de Don Siegel de The Killers influenciou as seqüências de abertura e encerramento de Pulp Fiction, e a cena da injeção de adrenalina lembra bastante uma história contada por Scorsese no documentário American Boy: A Profile of: Steven Prince. Além disso, a história de True Romance é praticamente a mesma de Badlands, de Terrence Malick.
Alguns dos diálogos de Tarantino, como o famoso discurso bíblico de Samuel Jackson em Pulp Fiction, foram trazidos de outros filmes. Por exemplo, em Karate Kiba (Combate Mortal, no Brasil), filme japonês da década de 1970 estrelado por Sonny Chiba (que mais faria uma ponta em Kill Bill como Hattori Hanzo), possui no texto introdutório da película o mesmo versículo recitado pelo personagem de Jackson.
Filmografia
Como diretor
1987 - My Best Friend's Birthday
1992 - Cães de aluguel
1994 - Pulp Fiction - Tempo de violência
1995 - Grande Hotel (segmento: O homem de Hollywood)
1997 - Jackie Brown
2003 - Kill Bill: Volume 1
2004 - Kill Bill: Volume 2
2005 - Sin City - A cidade do pecado (diretor convidado)
2007 - Grindhouse
2007 - Death Proof
2008 - Inglorious Bastards (anunciado)
Como roteirista
1987 - My Best Friend's Birthday
1992 - Reservoir Dogs
1993 - Amor à queima-roupa
1994 - Assassinos por natureza
1994 - Pulp Fiction
1995 - Four Rooms (segmento: The Man From Hollywood)
1995 - Dance Me to the End of Love
1996 - Um drink no inferno
1996 - Curdled
1997 - Jackie Brown
2003 - Kill Bill: Volume 1
2004 - Kill Bill: Volume 2
2007 - Grindhouse
2007 - Death Proof
2008 - Inglorious Bastards
Como ator
1987 - My Best Friend's Birthday .... Clarence Pool
1992 - Eddie Presley .... atendente do asilo
1992 - Reservoir Dogs .... Mr. Brown
1994 - The Coriolis Effect (voz) .... Panhandle Slim
1994 - Pulp Fiction .... Jimmie Dimmick
1994 - Sleep With Me .... Sid
1994 - Somebody to Love .... bartender
1995 - Destiny Turns On the Radio .... Johnny Destiny
1995 - Four Rooms (episódio: The Man from Hollywood) .... Chester
1995 - A balada do pistoleiro .... rapaz na pick-up
1995 - Dance Me to the End of Love .... noivo
1996 - From Dusk Till Dawn .... Richard Gecko
1996 - Girl 6 .... Q.T
1997 - Jackie Brown (voz - não creditado) .... voz da secretária eletrônica
2000 - Little Nicky, um diabo diferente .... diácono
2001 - Alias (série de TV) .... McKenas Cole
2007 - Grindhouse
2007 - Planet Terror
2007 - Death Proof
Como produtor
1987 - My Best Friend's Birthday
1992 - Past Midnight
1994 - Killing Zoe
1995 - Four Rooms
1996 - From Dusk Till Dawn
1996 - Curdled
1998 - God Said, 'Ha!'
1999 - From Dusk Till Dawn 2: Texas Blood Money
2000 - From Dusk Till Dawn 3: The Hangman's Daughter
2003 - My Name Is Modesty: A Modesty Blaise Adventure
2005 - O albergue
2005 - Daltry Calhoun
2006 - Freedom's Fury
2007 - Grindhouse
2007 - Death Proof
2007 - Hostel: Part II (completo)
2007 - Killshot (completo)
2008 - Hell Ride (em pré-produção)
2008 - Inglorious Bastards (muito bommmmmmmmmmmmmmm)
BREVE MAIS PESSOAS VIRADAS PELO AVESSO
Marcas fictícias como os cigarros "Red Apple" e a lanchonete "Big Kahuna Burgers", de Pulp Fiction, apareceram depois em vários filmes, como Four Rooms, Um drink no inferno e Kill Bill. O diretor também é conhecido por gostar de cereais matinais, que aparecem constantemente em seus filmes, com marcas como "Fruit Brute" em Cães de Aluguel e Pulp Fiction, e "Kaboom" em Kill Bill.
Outra caracteristica refere-se as cenas de diálogos em que a camera se localiza dentro do porta-malas de um carro.
Mundo Paralelo
Através dos roteiros de Quentin Tarantino é possivel notar que as histórias se passam num mundo paralelo e que as os personagens de seus filmes possuem elos entre si. Um exemplo disso são os irmãos Vega, Vicent Vega aparece em Pulp Fiction, já seu irmão Vic Vega é presente em Cães de Aluguel.
Fãs mais fervorosos criam teorias a respeito de outros personagens, como é o caso de Rufus em Kill Bill vol.2 (Samuel L. Jackson) que consideram ser Jules Winnfield (também interpretado por Samuel L. Jackson) de Pulp Fiction, porém vivendo uma nova vida, com outro nome, em El Paso.
Influências
Tarantino ficou conhecido como cineasta por seu conhecimento enciclopédico de filmes, críticas de cinema e história do cinema. Particularmente, ele tem um vasto conhecimento de filmes estrangeiros, filmes de gênero e filmes pouco conhecidos. Ele se declara um fã de filmes de ação de Hong Kong, filmes de faroeste, filmes de terror italianos, filmes da nouvelle vague francesa, e cinema britânico.
Sua paixão por estes estilos de cinema se reflete em seus trabalhos — todos os seus filmes fazem referências a outros filmes ou gêneros diferentes de cinema, em seu estilo, histórias ou diálogos. Certa vez, ele resumiu tudo isso dizendo "Eu nunca freqüentei a escola de cinema. Eu freqüentei o cinema".
Na eleição de 2002 do Sight and Sound Directors, Tarantino revelou sua lista de doze melhores filmes de todos os tempos:
The Good, the Bad and the Ugly
Rio Bravo
Taxi Driver
His Girl Friday
Rolling Thunder
They All Laughed
The Great Escape
Carrie
Coffy
Dazed and Confused
Five Fingers of Death
Hi Diddle Diddle
Uma lista anterior dos melhores filmes de Tarantino também incluía:
Blow Out; One-Eyed Jacks; Per qualche dollaro in più; Bande à part; Breathless, a refilmagem de Acossado de Goddard; Le Doulos, They Live by Night e The Long Goodbye.
Tarantino também cita Taxi Driver e Mean Streets, de Martin Scorsese, bem como Dawn of the Dead, de George A. Romero, como fortes influências.
Críticas
Tarantino vem sendo criticado pelo uso de temáticas racistas em seus filmes, especialmente a palavra nigger (negro) em Cães de Aluguel e Pulp Fiction, principalmente pelo cineasta negro Spike Lee. Numa entrevista à revista Variety, Lee disse: "Eu não sou contra o termo... e eu o uso, mas Tarantino é obcecado pela palavra. O que ele quer? Ser considerado um negro honorário?"
Um exemplo bastante citado é uma cena de Pulp Fiction, na qual o personagem Jimmie Dimmick, representado pelo próprio Tarantino, recrimina o personagem de Samuel L. Jackson, Jules Winnfield, por usar sua casa como um "depósito de negros mortos", seguido por um discurso no qual ele utiliza a palavra exaustivamente.
Lee faz uma referência direta a este fato em seu filme Bamboozled, quando o personagem Thomas Dunwitty diz: "Por favor, não se ofenda por eu falar a palavra "nigger". Eu tenho uma esposa negra e três filhos mestiços, então eu acho que tenho o direito de usar essa palavra. Eu não ligo pra o que Spike diz. Tarantino está certo. "Nigger" é apenas uma palavra."
Tarantino se defende afirmando que o público negro aprecia seus filmes, e que Jackie Brown, outro exemplo bastante citado, foi feito principalmente para audiências negras: "Para mim, este é um filme de negros. Foi feito para o público negro, inclusive".
Tarantino também é criticado por plagiar idéias, cenas e até diálogos de outros filmes. Por exemplo, a idéia geral do roteiro de Cães de Aluguel parece ter sido tirada do filme City of Fire, de Ringo Lam, e The Killing, de Stanley Kubrick, enquanto a idéia de criminosos nomeados por cores tenha sido retirada de The Taking of Pelham One Two Three.
A versão de Don Siegel de The Killers influenciou as seqüências de abertura e encerramento de Pulp Fiction, e a cena da injeção de adrenalina lembra bastante uma história contada por Scorsese no documentário American Boy: A Profile of: Steven Prince. Além disso, a história de True Romance é praticamente a mesma de Badlands, de Terrence Malick.
Alguns dos diálogos de Tarantino, como o famoso discurso bíblico de Samuel Jackson em Pulp Fiction, foram trazidos de outros filmes. Por exemplo, em Karate Kiba (Combate Mortal, no Brasil), filme japonês da década de 1970 estrelado por Sonny Chiba (que mais faria uma ponta em Kill Bill como Hattori Hanzo), possui no texto introdutório da película o mesmo versículo recitado pelo personagem de Jackson.
Filmografia
Como diretor
1987 - My Best Friend's Birthday
1992 - Cães de aluguel
1994 - Pulp Fiction - Tempo de violência
1995 - Grande Hotel (segmento: O homem de Hollywood)
1997 - Jackie Brown
2003 - Kill Bill: Volume 1
2004 - Kill Bill: Volume 2
2005 - Sin City - A cidade do pecado (diretor convidado)
2007 - Grindhouse
2007 - Death Proof
2008 - Inglorious Bastards (anunciado)
Como roteirista
1987 - My Best Friend's Birthday
1992 - Reservoir Dogs
1993 - Amor à queima-roupa
1994 - Assassinos por natureza
1994 - Pulp Fiction
1995 - Four Rooms (segmento: The Man From Hollywood)
1995 - Dance Me to the End of Love
1996 - Um drink no inferno
1996 - Curdled
1997 - Jackie Brown
2003 - Kill Bill: Volume 1
2004 - Kill Bill: Volume 2
2007 - Grindhouse
2007 - Death Proof
2008 - Inglorious Bastards
Como ator
1987 - My Best Friend's Birthday .... Clarence Pool
1992 - Eddie Presley .... atendente do asilo
1992 - Reservoir Dogs .... Mr. Brown
1994 - The Coriolis Effect (voz) .... Panhandle Slim
1994 - Pulp Fiction .... Jimmie Dimmick
1994 - Sleep With Me .... Sid
1994 - Somebody to Love .... bartender
1995 - Destiny Turns On the Radio .... Johnny Destiny
1995 - Four Rooms (episódio: The Man from Hollywood) .... Chester
1995 - A balada do pistoleiro .... rapaz na pick-up
1995 - Dance Me to the End of Love .... noivo
1996 - From Dusk Till Dawn .... Richard Gecko
1996 - Girl 6 .... Q.T
1997 - Jackie Brown (voz - não creditado) .... voz da secretária eletrônica
2000 - Little Nicky, um diabo diferente .... diácono
2001 - Alias (série de TV) .... McKenas Cole
2007 - Grindhouse
2007 - Planet Terror
2007 - Death Proof
Como produtor
1987 - My Best Friend's Birthday
1992 - Past Midnight
1994 - Killing Zoe
1995 - Four Rooms
1996 - From Dusk Till Dawn
1996 - Curdled
1998 - God Said, 'Ha!'
1999 - From Dusk Till Dawn 2: Texas Blood Money
2000 - From Dusk Till Dawn 3: The Hangman's Daughter
2003 - My Name Is Modesty: A Modesty Blaise Adventure
2005 - O albergue
2005 - Daltry Calhoun
2006 - Freedom's Fury
2007 - Grindhouse
2007 - Death Proof
2007 - Hostel: Part II (completo)
2007 - Killshot (completo)
2008 - Hell Ride (em pré-produção)
2008 - Inglorious Bastards (muito bommmmmmmmmmmmmmm)
BREVE MAIS PESSOAS VIRADAS PELO AVESSO
sábado, 30 de janeiro de 2010
break
BREAK...
Em 198... surgia algo novo, diferente, contagiante. O break chegava ao Brasil, ao som de "Buffalo Gals" de Malcoln McLaren.
Também apareceram o Art of Noise com a música "Break Dance", Afrika Bambaataa com "Looking for the Perfect Beat" entre dezenas de outros.
Afrika Bambaataa já havia entrado para a história em 1982, com seu hit "Planet Rock" que usava as bases da música "Trans Europe Express" do grupo alemão Krafwerk. A febre do break durou curtos 12 meses e trouxe grupos nacionais para os discos: Black Juniors, com a sua "Mas que linda estás" e o Electric Boogie, com o single "Break Mandrake" que não vingou.
Na TV, viamos no programa de Murilo Nelly (SBT), nas noites de quarta-feira e no de Barros de Alencar, (Record) aos sábados, os grupos de dança disputarem palmo a palmo o título de melhores do break. Entre eles havia um grupo invencivel. "Os Cobras"
(na Record) que ficaram para a história, juntamente com os Electric Boogies (no SBT) como melhores grupos de break do Brasil.
No rastro desses dois grupos surgiram outros como Bufallo Girls e Gang de Rua,
(do dançarino Marcelo Cirino, conhecido na época como Minhoca e que nos anos 90 formaria o Dança de Rua, de Santos).
O break deixou de ser mania em 1984, quando uma nova onda surgia...
a New Wave com B-52`s, Devo, General Public e grupos nacionais como Gang 90, Kiko Zambianchi, Telex, Doutor Silvana, entre muitos.
Em 1985, Iraí Campos traria para as rádios paulistas direto de Nova York um novo ritmo, a House Music, nascida do clube de Chicago,Warehouse, o que deu origem ao seu nome. Virou uma febre que durou até o final dos anos 80.
De outro lado, o rap crescia no Brasil com a visita de vários grupos americanos como MC Cooley C, Whodini, Kurtis Blow, Kool Moe Dee e o grupo de tecno funk Zapp.
O rap nacional dava as caras com os Racionais Mc`s, Radicais do Peso, Mr Theo & Billy, Thaide & DJ Hum, MC Jack, entre muitos.
Contemporizando...
Vivemos hoje a era da velocidade da informação. Em alguns segundos ficamos sabendo de algo que acontece no Japão ou Holanda. Mas, nos anos 70 e 80, não era bem assim. A informação demorava anos para chegar aqui, isso quando chegava.
Com o break não foi diferente. O estilo surgiu nos Estados Unidos na virada dos anos 60 para os anos 70. Grupos lendários como Electric Boogaloos, Zulu Nation e Rock Steady Crew já detonavam a cena novaiorquina no meio dos anos 70.
Em terras tupiniquins, o estilo de dançar que aliava movimentos de lutas marciais com malabarismo e muito estilo chegou em 1983. E para piorar, veio como uma moda e não como uma tendência. De uma hora para outra, todo garoto, seja ele adepto da black music ou não, resolveu dançar break.
O que se via nas danceterias,domingueiras e programas de TV era um bando de gente que não tinha a menor idéia da origem daquela dança se aventurando a dar seus "passinhos quebrados".
Talvez por culpa disso, criou-se, na época, um preconceito grande pelo estilo de dança. Médicos iam à tv dizer que a dança fazia mal à coluna, à saúde. Para piorar, vários acidentes aconteceram com garotos que não tinham nem informação, nem orientação para dançar o break.
Isso culminou com duas mortes, uma delas, devido à tentativa de um garoto de girar de cabeça para baixo. Resultado: quebrou o pescoço.
Um dos pioneiros do break no Brasil foi Nelson Triunfo, um veterano da dança e que já no início dos anos 80, fazia shows dançando soul music,no melhor estilo James Brown em clubes e danceterias de São Paulo e interior do estado. Outro lendário dançarino e pioneiro na arte da dança e Nino Brown.
Nino, um fã incondicional de James Brown, incorporou o sobrenome do ídolo e fez muito pela dança de rua brasileira. Fez parte do grupo Funk Cia e , ao lado de Triunfo, pos ordem na cena dançante brasileira. Nino é responsável atualmente pela Zulu Nation Brasil.
Thaide, Gerson King Combo e Nino Brown.
A pressão sobre os dançarinos aumentava, a polícia coibia qualquer roda de break no Metrô ou nas ruas. E os programas de TV se deliciavam com a audiência dos concursos de break e da ousadia dos dançarinos. Se quebrassem o pescoço em rede nacional, melhor para a audiência do programa. O curioso é que nunca houve um acidente em programa de TV.
Programas como os de Barros de Alencar (TV Record) e Murilo Neri (SBT), organizavam competições acirradas entre grupos de várias partes de São Paulo e Rio de Janeiro.
No SBT, os reis do break eram os "Electric Boogies" e na Record eram "Os Cobras".
O Electric Boogies tinham em seu elenco garotos que acabavam de chegar de Nova York e que traziam a dança em sua bagagem. Foram os primeiros a fazerem o "moinho e vento", passo em que o dançarinho roda com as costas no chão, simulando uma hélice em movimento.
Já os Cobras eram mestres no estilo "Electric Boogallo" que simulava movimentos robóticos e "quebrados".
Mas os verdadeiros amantes da arte de rua continuaram dançando o break e atravessaram os anos 80 e 90, dançando e passando a cultura de rua a frente.
Graças a esses embaixadores do break, você encontra dançarinos desse estilo no Brasil atualmente.
Conheça alguns grupos e dançarinos importantes do movimento
Brasil
Electric Boogies - originários de Santo André, no ABC paulista.
Os Cobras - vindos da periferia de São Paulo
Bufallo Girls - primeiro grupo feminino de break
Back Spin - o rapper Thaide era um de seus membros
Nelson Triunfo - pioneiro de black dance e break, está na ativa ainda
Black Juniors - gravaram um lp e fizeram sucesso, aparecendo até no Fantástico
Master Crew - breakers da nova geração paulista.
Gbcr - grupo do Rio de Janeiro.
DF zulu - grupo de Brasília.
Gringos
Zulu Nation - grupo formado por Afrika Bambaataa nos anos 70
Electric Boogallos - grupo de break dos anos 70
Poppin Pete - membro do Electric Boogallos
Rock Steady Crew - os rivais da Zulu nation
Crazy Legs - membro lendário do Rock Steady Crew, ainda na ativa
Mr. Wave - outro lendário breaker americano.
Mr. Wiggles - Steffan Clemente é um dos mais conhecidos dançarinos de rua, principalmente por sua habilidades popping
Popmaster Fabel - Jorge "FABEL" Pabon nasceu e cresceu no Harlem, Nova Iorque.
Ken Swift -nascido Kenneth James Gabber é um b-boy de NY.
É isso hiphop é mais do que: yo, mtv rap
slow
Também apareceram o Art of Noise com a música "Break Dance", Afrika Bambaataa com "Looking for the Perfect Beat" entre dezenas de outros.
Afrika Bambaataa já havia entrado para a história em 1982, com seu hit "Planet Rock" que usava as bases da música "Trans Europe Express" do grupo alemão Krafwerk. A febre do break durou curtos 12 meses e trouxe grupos nacionais para os discos: Black Juniors, com a sua "Mas que linda estás" e o Electric Boogie, com o single "Break Mandrake" que não vingou.
Na TV, viamos no programa de Murilo Nelly (SBT), nas noites de quarta-feira e no de Barros de Alencar, (Record) aos sábados, os grupos de dança disputarem palmo a palmo o título de melhores do break. Entre eles havia um grupo invencivel. "Os Cobras"
(na Record) que ficaram para a história, juntamente com os Electric Boogies (no SBT) como melhores grupos de break do Brasil.
No rastro desses dois grupos surgiram outros como Bufallo Girls e Gang de Rua,
(do dançarino Marcelo Cirino, conhecido na época como Minhoca e que nos anos 90 formaria o Dança de Rua, de Santos).
O break deixou de ser mania em 1984, quando uma nova onda surgia...
a New Wave com B-52`s, Devo, General Public e grupos nacionais como Gang 90, Kiko Zambianchi, Telex, Doutor Silvana, entre muitos.
Em 1985, Iraí Campos traria para as rádios paulistas direto de Nova York um novo ritmo, a House Music, nascida do clube de Chicago,Warehouse, o que deu origem ao seu nome. Virou uma febre que durou até o final dos anos 80.
De outro lado, o rap crescia no Brasil com a visita de vários grupos americanos como MC Cooley C, Whodini, Kurtis Blow, Kool Moe Dee e o grupo de tecno funk Zapp.
O rap nacional dava as caras com os Racionais Mc`s, Radicais do Peso, Mr Theo & Billy, Thaide & DJ Hum, MC Jack, entre muitos.
Contemporizando...
Vivemos hoje a era da velocidade da informação. Em alguns segundos ficamos sabendo de algo que acontece no Japão ou Holanda. Mas, nos anos 70 e 80, não era bem assim. A informação demorava anos para chegar aqui, isso quando chegava.
Com o break não foi diferente. O estilo surgiu nos Estados Unidos na virada dos anos 60 para os anos 70. Grupos lendários como Electric Boogaloos, Zulu Nation e Rock Steady Crew já detonavam a cena novaiorquina no meio dos anos 70.
Em terras tupiniquins, o estilo de dançar que aliava movimentos de lutas marciais com malabarismo e muito estilo chegou em 1983. E para piorar, veio como uma moda e não como uma tendência. De uma hora para outra, todo garoto, seja ele adepto da black music ou não, resolveu dançar break.
O que se via nas danceterias,domingueiras e programas de TV era um bando de gente que não tinha a menor idéia da origem daquela dança se aventurando a dar seus "passinhos quebrados".
Talvez por culpa disso, criou-se, na época, um preconceito grande pelo estilo de dança. Médicos iam à tv dizer que a dança fazia mal à coluna, à saúde. Para piorar, vários acidentes aconteceram com garotos que não tinham nem informação, nem orientação para dançar o break.
Isso culminou com duas mortes, uma delas, devido à tentativa de um garoto de girar de cabeça para baixo. Resultado: quebrou o pescoço.
Um dos pioneiros do break no Brasil foi Nelson Triunfo, um veterano da dança e que já no início dos anos 80, fazia shows dançando soul music,no melhor estilo James Brown em clubes e danceterias de São Paulo e interior do estado. Outro lendário dançarino e pioneiro na arte da dança e Nino Brown.
Nino, um fã incondicional de James Brown, incorporou o sobrenome do ídolo e fez muito pela dança de rua brasileira. Fez parte do grupo Funk Cia e , ao lado de Triunfo, pos ordem na cena dançante brasileira. Nino é responsável atualmente pela Zulu Nation Brasil.
Thaide, Gerson King Combo e Nino Brown.
A pressão sobre os dançarinos aumentava, a polícia coibia qualquer roda de break no Metrô ou nas ruas. E os programas de TV se deliciavam com a audiência dos concursos de break e da ousadia dos dançarinos. Se quebrassem o pescoço em rede nacional, melhor para a audiência do programa. O curioso é que nunca houve um acidente em programa de TV.
Programas como os de Barros de Alencar (TV Record) e Murilo Neri (SBT), organizavam competições acirradas entre grupos de várias partes de São Paulo e Rio de Janeiro.
No SBT, os reis do break eram os "Electric Boogies" e na Record eram "Os Cobras".
O Electric Boogies tinham em seu elenco garotos que acabavam de chegar de Nova York e que traziam a dança em sua bagagem. Foram os primeiros a fazerem o "moinho e vento", passo em que o dançarinho roda com as costas no chão, simulando uma hélice em movimento.
Já os Cobras eram mestres no estilo "Electric Boogallo" que simulava movimentos robóticos e "quebrados".
Mas os verdadeiros amantes da arte de rua continuaram dançando o break e atravessaram os anos 80 e 90, dançando e passando a cultura de rua a frente.
Graças a esses embaixadores do break, você encontra dançarinos desse estilo no Brasil atualmente.
Conheça alguns grupos e dançarinos importantes do movimento
Brasil
Electric Boogies - originários de Santo André, no ABC paulista.
Os Cobras - vindos da periferia de São Paulo
Bufallo Girls - primeiro grupo feminino de break
Back Spin - o rapper Thaide era um de seus membros
Nelson Triunfo - pioneiro de black dance e break, está na ativa ainda
Black Juniors - gravaram um lp e fizeram sucesso, aparecendo até no Fantástico
Master Crew - breakers da nova geração paulista.
Gbcr - grupo do Rio de Janeiro.
DF zulu - grupo de Brasília.
Gringos
Zulu Nation - grupo formado por Afrika Bambaataa nos anos 70
Electric Boogallos - grupo de break dos anos 70
Poppin Pete - membro do Electric Boogallos
Rock Steady Crew - os rivais da Zulu nation
Crazy Legs - membro lendário do Rock Steady Crew, ainda na ativa
Mr. Wave - outro lendário breaker americano.
Mr. Wiggles - Steffan Clemente é um dos mais conhecidos dançarinos de rua, principalmente por sua habilidades popping
Popmaster Fabel - Jorge "FABEL" Pabon nasceu e cresceu no Harlem, Nova Iorque.
Ken Swift -nascido Kenneth James Gabber é um b-boy de NY.
É isso hiphop é mais do que: yo, mtv rap
slow
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
14 horas
Acordar as 14 horas sem culpa!
Beber um café com muito mais pó que água!
Olhar a agenda do celular e retornara as ligações sem nenhuma pista de quem te ligou!
Receber em meio as coisas chatas uma ligação importante e falar "acabei de acordar agora , tá eu sei que são 14 horas , mas e daí"?
Fazer seu própio almoço e mistut...ar tudo que pareçe imisturavél!
Publicar poemas do Neruda numa sexta feira de 39 graus"
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
NOITE
Esse entrou para o rol dos poemas mais lindos de todos os planetas habitados e dos satélites que circundam e ainda não foram vistos pelo telescópio...Pudera, foi feito pela mulher mais linda de todos os tempos e que ainda respira...
Obs: pequenas mudanças estão ai no texto ,mas só 2 pessoas sabem onde...
Estou pensando em:
John Lennon,cantando "Beautiful Boy" ,essa música é boa né?
Confortably Numb - Pink Floyd...
Are you gonna be my girl? - Jet...
Ironic -Alanis...
E pra não dizer que não tô nem aí pro Brasil, estou com "Para ver as meninas" na cabeça , musiquinha boa...
Por isso eu gosto tanto da noite, porque a lua que não tem luz própria, me dá a falsa ilusão de que não depende do sol...E se eu não tiver boné ?? Nem protetor ??
Quase sempre choro sem um motivo definido, às vezes é definido demais, então prefiro ignorar...Meus olhos têm ardido muito...Acho que vou ter que usar óculos...
Leio com pouca luz, continuo vendo tv por um tempo considerável e por falar em tv , viu as entrevistas com o Paulo Autran que passaram essa semana?
Esplendorosas...
Sou chorona... As vezes me sinto o gatinho do Shrek ,com aqueles olhinhos brilhantes...Rsrs...Poucas coisas tem feito meus olhos brilharem...Agora estão brilhando...
Me sinto mais leve...Prefiro deixar o abstrato no meu lado surreal...Pelo menos por agora...Sei que tudo se resolve ,considerando principalmente , que problemas não existem, e sim, situações desconfortáveis...Que passam...
Afinal, a solução de um desconforto meu, sempre está dentro de mim.
As vezes, dou muito valor às coisas e sou relativamente ingenua...
Mas não tô afim de mudar não, sabe por que ? porque do jeito que sou agora, pude conhecer pessoas como voce...Então não tem porque mudar.
Confortably Numb - Pink Floyd...
Are you gonna be my girl? - Jet...
Ironic -Alanis...
E pra não dizer que não tô nem aí pro Brasil, estou com "Para ver as meninas" na cabeça , musiquinha boa...
Por isso eu gosto tanto da noite, porque a lua que não tem luz própria, me dá a falsa ilusão de que não depende do sol...E se eu não tiver boné ?? Nem protetor ??
Quase sempre choro sem um motivo definido, às vezes é definido demais, então prefiro ignorar...Meus olhos têm ardido muito...Acho que vou ter que usar óculos...
Leio com pouca luz, continuo vendo tv por um tempo considerável e por falar em tv , viu as entrevistas com o Paulo Autran que passaram essa semana?
Esplendorosas...
Sou chorona... As vezes me sinto o gatinho do Shrek ,com aqueles olhinhos brilhantes...Rsrs...Poucas coisas tem feito meus olhos brilharem...Agora estão brilhando...
Me sinto mais leve...Prefiro deixar o abstrato no meu lado surreal...Pelo menos por agora...Sei que tudo se resolve ,considerando principalmente , que problemas não existem, e sim, situações desconfortáveis...Que passam...
Afinal, a solução de um desconforto meu, sempre está dentro de mim.
As vezes, dou muito valor às coisas e sou relativamente ingenua...
Mas não tô afim de mudar não, sabe por que ? porque do jeito que sou agora, pude conhecer pessoas como voce...Então não tem porque mudar.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
temos que saber...
M.C OU RAPPER ???
MC (Mestre de Cerimônias)
É importante ressaltar, que, o MC de nada tem a ver com a pessoa do Rapper. A figura do MC passa portanto a tomar sua devida forma e conotação, nas ruas do bairro do Bronx, nas festas organizadas por Kool Herc, em 1975.
Garotos bem ousados, improvisavam rimas e interagiam com o público através delas, obtendo repostas uníssonas e vibrantes. E é dessa forma que surge Coke La Rock , considerado o primeiro “Mestre de Cerimônias” da história do Hip Hop americano. La Rock se tornou responsável por frases que até hoje fazem parte da “cultura gringa”:
“Rock the house! To the beat y’all! Rock on! You don’t stop!”
A partir de então outros nomes passaram a fazer parte do universo rimático, como é o caso de Clark Kent e Lovebug Starski, um dos prediletos de Afrika Bambaata.
Pode-se afirmar inclusive, que, Starski fora um dos responsáveis por popularizar a expressão “Hip Hop”, antes mesmo do surgimento da “nova cultura”, através da eterna frase:
“Hip Hop till you don’t stop!”
Batalhas
Tudo acontecia às mil maravilhas no “novo reino da cultura urbana”, até que uns MCs falaram que as rimas de um tal Busy Bee que era figura carimbada nas festas ,resolvem esquentar o clima, alegando que as rimas improvisadas de tons festivos estavam se tornando “coisa de Marica”.
Então, no inicio dos anos 80, eles passa a fazer rimas desafiadoras contra outros MCs. Tal prática, desencadeou no público um efeito ainda mais intenso que as antigas rimas.
Em 1987, o rapper Kool Moe Dee, lança em seu álbum rimas em forma de batalha contra o rapper LL Cool J, enquanto que o grupo Boggie Down Productions (BDP) repetem a dose, implementando este estilo em suas músicas, em afronta ao Juice Crew,resultando em consideráveis vendas de LPs e shows abarrotados.
Cabe lembrar que pelo fato do Hip Hop ser uma cultura criada um meio a desordem social, batalhas como estas estão presentes em todos os elementos do Hip Hop, em formatações respectivas à cada atividade: no graffiti, existe a batalha de cores; no breakin’, no poppin’ e no lockin’, a batalha da dança; no dj, a batalha de scratch; e no rap, a batalha de MCs...
Ao contrário dos conflitos das gangues de rua, por disputas de território, estas batalhas só servem para entreter as pessoas e testar o nível de capacidade de cada competidor. Seja bem vindo ao jogo!
Rapper
Você deve estar se perguntando: MC não é sinônimo de rapper? Não!
Os primeiros rappers surgem por volta de 1976, através das vozes dos The Furious Five, produzidos pelo DJ Grand “Master” Flash, que passam a introduzir versos completos e rimados, o que podemos denominar de “rap (rhytm and poetry)”.
É importante destacar que o MC pode ser um rapper ou vice-versa, como também, todo e qualquer membro da Cultura Hip Hop, pode assumir mais de um elemento contido nela – de acordo com seu dom – porém, cada elemento possui seu valor distinto...
Beat Box
Quando não se tinha à mão a presença dos toca-discos, a improvisação instrumental tomava corpo através das batidas e efeitos desenvolvidos através da boca, denominando-se beat box.
Depois de sua aparição, esta modalidade se tornou um atrativo à mais em muitos palcos e álbuns de rap. Um dos nomes mais respeitados nessa técnica é o de Buffy, integrado ao grupo Fat Boys, Buffy se torna popular sendo conhecido como “Buff, o Beat Box Humano”, chegando a ganhar, em 1993, um concurso de talentos no Radio City Music Hall.
A partir de então outros nomes passaram a fazer parte do universo rimático, como é o caso de Clark Kent e Lovebug Starski, um dos prediletos de Afrika Bambaata.
Pode-se afirmar inclusive, que, Starski fora um dos responsáveis por popularizar a expressão “Hip Hop”, antes mesmo do surgimento da “nova cultura”, através da eterna frase:
“Hip Hop till you don’t stop!”
Batalhas
Tudo acontecia às mil maravilhas no “novo reino da cultura urbana”, até que uns MCs falaram que as rimas de um tal Busy Bee que era figura carimbada nas festas ,resolvem esquentar o clima, alegando que as rimas improvisadas de tons festivos estavam se tornando “coisa de Marica”.
Então, no inicio dos anos 80, eles passa a fazer rimas desafiadoras contra outros MCs. Tal prática, desencadeou no público um efeito ainda mais intenso que as antigas rimas.
Em 1987, o rapper Kool Moe Dee, lança em seu álbum rimas em forma de batalha contra o rapper LL Cool J, enquanto que o grupo Boggie Down Productions (BDP) repetem a dose, implementando este estilo em suas músicas, em afronta ao Juice Crew,resultando em consideráveis vendas de LPs e shows abarrotados.
Cabe lembrar que pelo fato do Hip Hop ser uma cultura criada um meio a desordem social, batalhas como estas estão presentes em todos os elementos do Hip Hop, em formatações respectivas à cada atividade: no graffiti, existe a batalha de cores; no breakin’, no poppin’ e no lockin’, a batalha da dança; no dj, a batalha de scratch; e no rap, a batalha de MCs...
Ao contrário dos conflitos das gangues de rua, por disputas de território, estas batalhas só servem para entreter as pessoas e testar o nível de capacidade de cada competidor. Seja bem vindo ao jogo!
Rapper
Você deve estar se perguntando: MC não é sinônimo de rapper? Não!
Os primeiros rappers surgem por volta de 1976, através das vozes dos The Furious Five, produzidos pelo DJ Grand “Master” Flash, que passam a introduzir versos completos e rimados, o que podemos denominar de “rap (rhytm and poetry)”.
É importante destacar que o MC pode ser um rapper ou vice-versa, como também, todo e qualquer membro da Cultura Hip Hop, pode assumir mais de um elemento contido nela – de acordo com seu dom – porém, cada elemento possui seu valor distinto...
Beat Box
Quando não se tinha à mão a presença dos toca-discos, a improvisação instrumental tomava corpo através das batidas e efeitos desenvolvidos através da boca, denominando-se beat box.
Depois de sua aparição, esta modalidade se tornou um atrativo à mais em muitos palcos e álbuns de rap. Um dos nomes mais respeitados nessa técnica é o de Buffy, integrado ao grupo Fat Boys, Buffy se torna popular sendo conhecido como “Buff, o Beat Box Humano”, chegando a ganhar, em 1993, um concurso de talentos no Radio City Music Hall.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
SÓ CURTA, COM MARCIO GRAFFITI NA TV NOVA BAIXADA
Mais dois novos vídeos on line no site da TV Nova Baixada, do Programa Só Curta.
VEJAM O LINK!
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
EU VÍ...
Ontem tive uma tarde de Domingo muito agradavél , dessas que poderiam durar mais tempo...
A noite também estava muito legal e entre uma época e outra no chamado por do sol , que me faz pensasr em cama e lençol limpo , já estava em Botafogo pra trabalhar minha voz no Audio Rebel , juntamente com algums amigos de hip-hop ...Tudo normal...
De Botafogo já bem postado no veículo embranquiçado de Mister Allan , a.k.a. Canela Fina , a.k.a. P,10 , seguimos para o famoso Circo Voador , para a finalização do não mais famoso Humaitaprapeixe , que foi muito louco , pelo menos pelas duas bandas que ví...
Sobrado 112
O Sobrado112 toca música brasileira, autoral e alto astral. Tem influência de dub, de funk, de samba, de jazz e de rock. Tocam “SKAPOLCA”, que é um estilo musical desenvolvido por eles e que tem um pé na Jamaica e outro no leste europeu.
Seu Chico + Vitor Araujo
A banda é muito boa mesmo e faz uma leitura muito pessoal das musicas do Seu Chico Buarque , o original é claro ...
Com uma mistura de samba e frevo faz muito bem pra alma , com arranjos e sonoridade bem positiva..
Agora , destaque mesmo eu ví no moleque do piano : Vitor Araujo
Agradeço a Deus por não ter visto grandes mestres como: Art Tatum, Oscar Peterson, Dave Brubeck e Herbie Hancock e ter visto esse moleque.
O pernambucano Vitor Araújo parece um garoto comum: de jeans, camiseta e All Star, tem gosto musical eclético, ouvindo do rock ao forró. O que o torna especial é seu talento. Ele toca piano desde os nove anos e subverte a idéia que as pessoas têm de um concerto, misturando o contemporâneo e o popular com o erudito.
E PRA NÃO PERDER A INSPIRAÇÃO...
Não é fácil
Como queria que as coisas não fossem tão estranhas.
Mas nem tudo que queremos conseguimos.
Por isso erramos tanto.
Tentamos inutilmente conseguir que as coisas estranhas sejam simples.
E definitivamente a vida é estranha , portanto , não é simples.
Simples assim.
SLOW...
De Botafogo já bem postado no veículo embranquiçado de Mister Allan , a.k.a. Canela Fina , a.k.a. P,10 , seguimos para o famoso Circo Voador , para a finalização do não mais famoso Humaitaprapeixe , que foi muito louco , pelo menos pelas duas bandas que ví...
Sobrado 112
O Sobrado112 toca música brasileira, autoral e alto astral. Tem influência de dub, de funk, de samba, de jazz e de rock. Tocam “SKAPOLCA”, que é um estilo musical desenvolvido por eles e que tem um pé na Jamaica e outro no leste europeu.
Seu Chico + Vitor Araujo
A banda é muito boa mesmo e faz uma leitura muito pessoal das musicas do Seu Chico Buarque , o original é claro ...
Com uma mistura de samba e frevo faz muito bem pra alma , com arranjos e sonoridade bem positiva..
Agora , destaque mesmo eu ví no moleque do piano : Vitor Araujo
Agradeço a Deus por não ter visto grandes mestres como: Art Tatum, Oscar Peterson, Dave Brubeck e Herbie Hancock e ter visto esse moleque.
O pernambucano Vitor Araújo parece um garoto comum: de jeans, camiseta e All Star, tem gosto musical eclético, ouvindo do rock ao forró. O que o torna especial é seu talento. Ele toca piano desde os nove anos e subverte a idéia que as pessoas têm de um concerto, misturando o contemporâneo e o popular com o erudito.
E PRA NÃO PERDER A INSPIRAÇÃO...
Não é fácil
Como queria que as coisas não fossem tão estranhas.
Mas nem tudo que queremos conseguimos.
Por isso erramos tanto.
Tentamos inutilmente conseguir que as coisas estranhas sejam simples.
E definitivamente a vida é estranha , portanto , não é simples.
Simples assim.
SLOW...
domingo, 24 de janeiro de 2010
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