sábado, 19 de fevereiro de 2011
ANTI CINEMA EM POUCAS PALAVRAS
sábado, 12 de fevereiro de 2011
ELECTRIC BOOGALOOS
A maior parte, cada forma de dança teve uma influência musical diferente, estilo de vestimentas e terminologia.
Como formas de dança relativamente novas, b-boying/girling, uprocking de Brooklyn, Locking e Popping raramente são vistos em uma colocação teatral.
Eles normalmente são executados em vídeos de música, comercial ou filmes durante alguns poucos segundos que revelam muito pouco do potencial deles.
Em muitos casos, a filmagem destas danças foi pobre onde só parte do corpo é capturada e leva longe do impacto dos passos, movimentos e ilusões.
O filme que também edita estas danças priva a audiência de transições e composição, desde que os editores são normalmente pouco conhecidos com as estruturas das formas de dança.
Consulta formal com o dançarinos filmados e editando, podem curar este problema que vem ocorrendo periodicamente. Outro desafio relacionado à comercialização das formas de dança é a perda de desempenho espontâneo.
Em uma cifra, começa um espaço de dança circular que forma o dançarino naturalmente uma vez, os dançarinos podem dirigir o desempenho deles em várias direções, desinibido e livre de todas as contas e sugestões.
Esta liberdade é a chave da criatividade desde que o dançarino constantemente é desafiado com variações em música, um espaço de dança indefinido e oponentes potenciais entre a audiência.
A transição de cifra para organizar teve seus efeitos nos dançarinos e sua arte.
O que era uma vez improvisável forma de expressão com vocabulário espontâneo se tornou coreografia fixa e organizada.
Os dançarinos são desafiados de um modo diferente.
Sugestões pregando e coreografia se torna o objetivo.
Outra diferença principal entre as formas de dança originais e versões organizadas são o posicionamento da audiência, desde a maioria dos teatros tradicionais tenha a audiência que enfrenta a fase em uma direção.
Tendo que entreter uma audiência em uma localização geral requer o dançarino ou coreógrafo conscientemente o espaço para o desempenho que permite o melhor ver da dança.
Para preservar a verdadeira essência e dinâmica destas formas de dança, eles deveriam existir como uma realidade social e cultural celebrada nos seus ambientes naturais, isto que dizer:
"aglomerações, eventos, clubes, etc. podem ser usadas filmes Teatrais e produções de vídeo como veículos para a sua preservação contanto que a essência da forma não seja diluída no processo."
A mesma preocupação aplica à linha da história e escrituras que pertencem às formas da dança e história. A mistura de Popping, Locking, b-boying/girling, e uprocking do Brooklyn em uma forma destrói suas estruturas individuais.
Infelizmente as gerações mais jovens de dançarinos ou não fizeram bastante esforço para aprender cada forma de dança corretamente, ou falta os recursos para fazer assim. Porém o resultado é o mesmo: danças híbridas com forma e estrutura obscura. Os pioneiros destas danças seguram a chave para a história e intenções do movimento.
Eles permanecem como as autoridades mais altas embora há outras opiniões ou suposições. Desvendando a história de Locking, Popping, b-boying/girling e uprocking do Brooklyn nos leva para uma verdadeira compreensão das suas essências e significados no mundo hoje.
Muitos outros gêneros de dança obtiveram emprestado sem dar crédito aos seus donos legítimos. Esperançosamente, nós veremos o dia quando estas danças são claramente distintas e determinadas o seu devido respeito.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
Anti Cinema no Programa Zoasom na Rádio Mec
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Samplesmente Rap Vol.2

http://tinyurl.com/6a295jd
Acaba de sair o CD Samplesmente Rap Vol.2 Um trabalho de pesquisa de samples de Marcio Graffiti e Fábio Broa. Baixa lá e aprecie os samples sem moderação.domingo, 9 de janeiro de 2011
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Antes de tudo agradecer
Mais um ano se passou e nos mostrou os ganhos e as perdas que são coisas naturais de nossa vida, o que fica é o aprendizado um aprendizado diferenciado a cada ano. Os anos se passam algumas dificuldades são vencidas outras não. Mas mesmo assim continuamos fazendo o que nos propomos criar novos meios de possibilidade de democracia através do áudio visual. Para mim isto é um sonho um sonho que continuo de forma coletiva e diferenciada um tijolo por dia um passo por dia a crença por algo que nos motive nos torna amigos antes de ser Coletivo Anti Cinema. Outros projetos surgiram outras oficinas surgiram e outras pessoas que se reconheceram como parte fundamental do coletivo tomaram iniciativa em multiplicar e fazer parte deste sonho que cresce a cada dia. Para mim este foi um ano enriquecedor, enriquecedor no espírito nas motivações por novas mídias e novos projetos. Agradeço a todos que sempre acreditaram em algo que não é meu e não é seu e assim nosso e que se chama Coletivo Anti Cinema, seria muito bom se as coisas funcionassem a mil maravilhas assim como seria bom também se elas também não funcionassem assim a mil maravilhas. Mas de certa forma elas funcionam com esforço, sorrisos e lágrimas. Nunca seremos perfeitos pois acredito que a perfeição seja algo utópico e um pouco distante mas é possível pensar em algo “perfeito” e que nos respeite em identidade origem e amizade. Coletivo Anti Cinema soma apóia e acredita na força das pessoas essa força vem do coração, do coração de quem quer mudanças sem passar por cima de ninguém não queremos fazer dos sofrimentos das pessoas sua maior felicidade e nem vamos maquiar mentiras, mentido para nós com uma mentira disfarçada de verdade. Nossa maior prestação de contas de nossos trabalhos são o blog os e-mails e os eventos que apoiamos alem das oficinas e parcerias em projetos. Acreditamos que é possível fazer com pouco e com muito e os que querem fazer apenas fazem por onde sem questionar qualidade. Façamos algo nosso e que tenha a nossa maior motivação o FAZER. Pois como sempre escrevo no blog FAZEMOS e os que não fazem se escondem dentro da sua maior mentira, o olhar no olhos é para poucos e eu tenho certeza de que todos que estão conosco nessa batalha diária tem brilho no olhar fé em novas possibilidades e vontade no coração para dizer que faz. E é nessas pessoas em que acreditamos esses são nossos maiores motivadores. Se fazemos filmes é para contar histórias do mundo vivência de pessoas e não para ganhar prêmios e pregar algo que é totalmente irreal e que machuca as pessoas. Agradeço a Deus e a todos que acreditam nesse pequeno projeto que se chama Coletivo Anti Cinema, guerreiros sempre teremos vitórias e derrotas mais nunca podemos abandonar o fronte. As lágrimas nos motivam assim como os sorrisos. Vamos seguindo em frente FAZEMOS!
Marcio Graffiti, Coletivo Anti Cinema
Fotos Anti Cinema 2010





